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Cotas para negros:uma realidade mais distante

(Por Gisliene Hesse) Não era para ficarmos assustados com o que aconteceu no Congresso Nacional. Tivemos a aprovação do Estatuto da Igualdade Racial sem um dos pontos que são mais debatidos pela sociedade: a política de ação afirmativa para reserva de vagas no ensino superior.

Rebaixar a idade penal não resolverá o problema da violência no Brasil

(Por Gisliene Hesse)

O poder da mídia deveria ser melhor utilizado

(Por Gisliene Hesse)

CFP discute os desafios da educação inclusiva

“A legislação brasileira, com destaque para Lei de Diretrizes e Bases da Educação Brasileira, de 1996, pode expressar o esforço da sociedade política e da sociedade civil para que os direitos de todos freqüentarem e concluírem seus estudos sejam garantidos, independente de raça, credo, características físicas ou mentais e classes sociais”.

Discriminação ainda reina na sociedade

(Por Gisliene Hesse)

A verdade da igreja precisa ser revista

(Por Gisliene Hesse)

Crianças e adolescentes afetados pela Dengue

(Por Gisliene Hesse)

Conselheira do Conanda avalia 8ª Conferência

Terminada a 8ª Conferência Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente – Construindo diretrizes da política e do plano decenal ficam as expectativas acerca das decisões deliberadas pelos participantes. Conselheiros, adolescentes, e observadores fizeram parte de um encontro onde o exercício da democracia incentivou a liberdade de expressão e a troca de conhecimentos em prol da luta pela garantia dos direitos humanos das crianças e dos adolescentes do País.

Emoção e alegria no encerramento da 8ª Conferência

Esta tarde foram concluídos os trabalhos da 8ª Conferência Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente. Após a aprovação das moções, a presidente do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda), Carmen Silveira de Oliveira, declarou encerrada esta edição do encontro.

Quando a necessidade se transforma em amor

Trabalhar com jovens e crianças pobres é quase sempre uma escolha de quem se preocupa com a situação de meninos e meninas que vivem em condições de privação por todo o Brasil. No caso da adolescente Mayara Chirstina Santana, de 17 anos, essa decisão foi a solução encontrada para ajudar sua família em um momento de dificuldades. Para ela, estudar e aproveitar o resto de sua infância com os amigos, até então, eram suas únicas preocupações.

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