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Artigo questiona as polêmicas do PNDH

Cleomar Manhas, assessora do INESC, discute no artigo "A grita contra PNDH" as polêmicas geradas pelo Plano Nacional de Direitos Humanos, lançado em 21 de dezembro de 2009. O documento, que teve suas diretrizes aprovadas na 11ª Conferência Nacional de Direitos Humanos e tiveram como parâmetro as resoluções de cerca de 50 outras conferências setoriais, provocou o descontentamento de "elites eternamente privilegiadas". A íntegra do artigo segue abaixo.

O Plano de Direitos Humanos e a educação

por Cleomar Manhas - assessora do Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc)

O Programa Nacional de Direitos Humanos (PNDH-3), lançado em dezembro de 2009 e elaborado a milhares de mãos, contempla várias áreas importantes que estão para além dos direitos civis e políticos. O documento abarca, também, os direitos sociais, ambientais, econômicos, culturais, de solidariedade, dos povos, entre outras áreas configuradas nas inúmeras convenções e pactos internacionais.

Boca no Trombone Contra a Exploração Sexual!

(Por Márcia Acioli)*

No campo dos Direitos Humanos os marcos legais são criados como reação ao contexto violento onde há necessidade de instrumentos jurídicos para proteger pessoas vulneráveis (ou vítimas) e responsabilizar agressores. Com pressão política o mundo aos poucos admite a sexualidade como direito e a violação dos direitos sexuais como crime. O difícil é tornar o abstrato (o direito) uma experiência concreta (vida). Os grandes desafios históricos têm sido revelar ao mundo a violência que se naturalizou em diversos contextos, mostrar o panorama real do que, muitas vezes não sai do âmbito do lar; dar visibilidade, causar espanto e mudar culturas.

A Intersetorialidade de Políticas Sociais como Grande Desafio aos 20 anos do ECA

(Por Cleomar Manhas) - Assessora do INESC - O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) está completando 20 anos, e temos vários desafios a enfrentar, para transformar o texto da lei em políticas públicas promotoras de direitos. Um importante desafio é a conquista da participação efetiva de crianças e adolescentes na formulação e controle social dessas políticas, ou seja, o protagonismo infantojuvenil.

A Educação e o Combate ao Trabalho Infantil

(Por Cleomar Manhas*) - O dia 12 de junho é o Dia Mundial de Combate ao Trabalho Infantil. O Brasil possui legislação avançada com relação ao tema, a começar pelo texto constitucional que ressalta em seu artigo sétimo a “proibição de trabalho noturno, perigoso e insalubre a menores de dezoito anos e de qualquer trabalho a menores de dezesseis anos, salvo na condição de aprendiz, a partir de quatorze anos.”

A Intersetorialidade de Políticas Sociais como Grande Desafio aos 20 anos do ECA

Cleomar Manhas - Assessora do INESC - O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) está completando 20 anos, e temos vários desafios a enfrentar, para transformar o texto da lei em políticas públicas promotoras de direitos. Um importante desafio é a conquista da participação efetiva de crianças e adolescentes na formulação e controle social dessas políticas, ou seja, o protagonismo infantojuvenil.

Tapa de amor também dói

Artigo publicado pelo Estado de S. Paulo reflete sobre o projeto de lei contra os castigos corporais que foi assindo pelo Presidente da República. Paulo Sérgio Pinheiro, comissionado e relator da Comissão Interamericana de Direitos da OEA, esclarece que assim como os adultos, as crianças têm o direito de ver respeitadas sua dignidade e integridade física e esse respeito precisa estar traduzido em lei. Não há desculpa para a ‘palmada’ ou a ‘palmadinha'.

DE OLHO NO ECA

Pedro Couto, do Virajovem Brasília (DF)*

Onde está o ensino médio no ECA? O que o ECA menciona sobre o ensino médio e quais são suas reflexões acerca desse período educacional?

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